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28 de set de 2011

Uma grande série sobre Curitiba 36


"Bem-vindos ao Território Nacional": eu avisei que isso ocorreria


Por: Coré-Etuba M. da Luz



Boa noite.

Vocês devem estar lembrados que na época da eleição houve uma invasão em área de preservação ambiental no Jardim Holandês, em Piraquara (Zona Leste metropolitana). A imprensa fez um estardalhaço constante, até que passado o pleito a PM desocupou a área.

Pouquíssimo divulgado, entretanto, é que no mesmo período houve uma outra invasão em área de preservação ambiental, dessa vez no município da capital, no distante bairro da Caximba, na extremidade da Zona Sul.
Caximba-Curitiba-Zona Sul
Os relatos dessa ocupação na mídia foram tão escassos que aposto que alguns de vocês estão sabendo agora, ao ler essas linhas, que ela ocorreu. Pois bem. Mesmo sem fazer as manchetes, a invasão da Cachimba ocorreu. Já estive lá duas vezes. Veja as fotos. Não são de minha autoria, puxei da rede. Colocaram uma bandeira de nossa amada pátria logo na entrada. 


Território Nacional Brasileiro- Caximba- Curitiba


Bem, a vila foi batizada de “Território Nacional”, então nada mais apropriado. 


Caximba-Curitiba
Caximba-Curitiba
Já a outra imagem mostra uma cena muito triste, foi uma chacina ocorrida por lá em maio, e exatamente por isso tomei conhecimento da invasão, a visitando no mesmo dia.

Um detalhe é que um dos mortos era argentino, foragido da justiça de seu país. 


Curioso, não é mesmo? Um estrangeiro assassinado num lugar chamado 'Território Nacional Brasileiro'.


Enfim, nomes e origem dos ali mortos à parte, o que quero apontar aqui é que exatamente por ter ficado longe dos holofotes midiáticos é que a favela ainda não foi retirada. Isso dá ensejo a algumas considerações.

A primeira é que eu já havia lhes dito que ocorreriam invasões perto da eleição.
É tradicionalíssimo em nossa cidade esse procedimento. Quando fiz aquela grande série sobre Curitiba [a qual continua], um dos textos foi intitulado “Se tem eleição tem invasão: isso é Curitiba”.

Os que leram se lembram. Lá, tracei um histórico mostrando que essa técnica repete desde a redemocratização, posto que nenhum político ordena desocupações antes da votação, já que o potencial pra desandar em violência é enorme. Inclusive listei as favelas que surgiram um pouco antes de votação, de 1988 até 2008.

Já detalhei o tema e não vou repetir tudo. Só como exemplo digo que aqui onde moro, o Canal Belém, foi invadido em 1990. Aliás re-invadido. A margem do Rio Belém era invadida desde o Centro até a divisa com São José dos Pinhais nos anos 60. Na década seguinte a prefeitura retirou as casas e fez um parque linear, com campos de futebol, parquinhos e ciclovias. Bem, minha rua não tem nome oficial, e no correio meu endereço é Rua Ciclovia, [...], exatamente porque reinvadiu-se onde já havia sido retirado. Não na proporção que era antes, entretanto, e mesmo assim uma boa parte foi novamente removida em 2000. Enfim, deixemos isso pra lá. Foi só pra exemplificar que a invasão do Canal Belém é de 1990, ano eleitoral, como tantas outras pela cidade.

Outro ponto a se observar é a diferença de tratamento da mídia em relação às invasões de 2010.
É de certa forma intrigante, porque as invasões, tanto a da Zona Leste (Piraquara) como a da Zona Sul (Caximba) foram na mesma época, mais ou menos do mesmo tamanho, ambas em áreas de preservação ambiental, e ambas bastante afastadas do Centro da cidade.

Entretanto, fizeram um carnaval sobre a invasão piraquarense enquanto quase não se falou na sua congênere caximbense.

Eu mesmo só fui saber que ela existia em maio, 7 meses depois do ocorrido. Se existe um assunto que pesquiso em detalhes, certamente é esse
. É um fator chave pra entendermos porque a de Piraquara foi removida enquanto a outra permaneceu. Quase despercebida, não despertou “massa crítica” de indignação na opinião pública pra pressionar o governo a agir.

E olhe que é um local inviável pra servir de moradia. É na várzea do Rio Barigui, quando chove um pouco mais forte a água toma conta de tudo. Nada mais natural. A várzea pertence ao Rio, que só está usando um espaço que é dele por direito. 

Caximba-Curitiba 
Caximba-Curitiba
As fotos atestam isso com clareza. 
Os humanos é quem deveriam abrir mão de habitar o banhado.Todas as casas, exatamente por esse motivo, são sobre estacas, um tipo de palafitas sobre o charco, pra tentar amenizar um pouco o efeito destrutivo das enchentes, ali algo tão natural quanto a alternância entre dia e noite.
…..........
Quando escrevo essas linhas não estou “denunciando” a ocupação, apenas reportando-a. Eu mesmo moro em terra invadida, se é que há algum de vocês que ainda não sabe desse fato. Então não estou tomando partido de lado algum, ou seja, não estou fazendo campanha nem pra que o governo retire as pessoas de lá nem pra que permita que elas fiquem ali em definitivo. Estou, repito, somente relatando o que vi e li.

E o que vi é o seguinte: a invasão está crescendo rapidamente. Se foi mesmo iniciada por 400 famílias, certamente já dobrou de tamanho. Nos dois meses que se passaram entre minhas visitas a invasão cresceu bem umas 50 casas. Todos os dias estão chegando mais famílias, vindas principalmente de boa parte da Zona Sul (onde incluo o município de Araucária, que é limítrofe a Caximba, exatamente é o Rio Barigui que os divide), mas também de outras partes da cidade e mesmo do interior e outros estados.

Observam nas fotos que quando tudo começou havia enorme espaço entre um barraco e outro. Agora tudo está muito mais denso, inclusive já foram as ruas, quadras e casas já foram numeradas. Em maio, em minha primeira visita, quase toda a baixada já havia sido ocupada. Mas onde começa a rua já existente - também não oficial, pois igualmente era resultado de invasão - não havia nada. Digo do lado direito de quem desce rumo ao rio. Do lado esquerdo já havia uma invasão, chamada 1º de Setembro. 
Aliás, nessa parte, invasões é o que não faltam. Bem próximo dali há as Vilas Juliana e Sapolândia.

Na verdade a nova favela se une a Sapolândia pela margem do rio. Ou seja as 4 favelas estão sendo unificadas em uma só. Logo poderemos falar em Complexo da Caximba, emprestando a nomenclatura carioca, assim como eu já falo dos Complexos do Uberaba e do Cajuru, ambos na Zona Leste.

Mas voltemos o foco ao Território Nacional, a caçula das invasões caximbenses. No início só a várzea do rio estava ocupada, situação que se manteve desde que o local surgiu, em outubro, até maio. Agora, como os moradores veem que a favela permanece, estão começando a subir a rua, pela parte seca. Nesse ritmo, como novas glebas sendo ocupadas por casas, logo não haverá como distinguir o que é Território Nacional e o que é 1º de Setembro.
….............

Esse é outro ponto que vale considerar. Embora não esteja opinando se a invasão deve ser retirada ou legalizada, isso se refere apenas a parte seca, mais alta, onde pode-se debater qual rumo tomar. Já em relação a várzea do rio não há o que discutir, ela não pode ser ocupada, e isso não é questão de ideologia, e sim de Natureza. A várzea pertence ao rio. A Grande Vida (Deus, a Mãe-Natureza, chame como quiser, tudo é a mesma coisa) quis assim. Transferindo ou não os invasores pra outro local, o fato é que a prefeitura e o estado não podem permitir palafitas nas margens do Barigui nem de qualquer outro rio, pois aliás já estão sendo gastos milhões pra retirar as margens de rios já ocupadas. E isso pra própria segurança dos invasores.

Se o poder público for retirar a invasão, tem que agir o quanto antes. Pois senão vai criando 'direito adquirido'. 9 meses já se passaram desde a ocupação. Não há mais aqueles barracos que viram nas fotos. Agora são casas de verdade, com porta, chão, forro, etc. Até mesmo residências de alvenaria estão sendo erguidas. Então se demorarem mais alguns meses não poderão simplesmente desocupar a área, precisarão fornecer outro local pra remoção das famílias, como ocorre nas urbanizações de favelas mais antigas. Isso incentivará novas invasões.

Outra coisa: com a favela subindo pela parte mais alta, e portanto fora da várzea do rio, aumentam as chances de que pelo menos parte do Território Nacional ficará onde está. Pois a prefeitura só remove os moradores que estão em área de risco. Os que estão em terreno invadido, porém em condições salubres, são regularizados onde estão. Toda a vizinha vila 1º de Setembro cedo ou tarde será regularizada, e não há razões pra remoção.

Então. A parte alta da nova ocupação também poderá ficar ali também, pois está na área que não alaga. Certamente é com isso que contam os que estão chegando agora, e por isso o ritmo de construção novas casas está [...] tão acentuado que pode ser chamado de frenético. Enquanto a área não for desocupada, a cada dois meses eu irei lá pra ver como a coisa evolui.
............

Esse é um procedimento padrão de minha parte. Sempre que há uma ocupação irregular eu vou verificar assim que fico sabendo. E depois permaneço acompanhando até a definição, que é remoção ou consolidação. A invasão da CIC (Zona Oeste) em 2008, que acabou retirada, eu visitei 3 vezes, e isso que não ficou lá nem 2 meses. Estive na invasão de Piraquara também, bem como nas 4 que ocorreram na Zona Oeste (Santa Quitéria e Campo Comprido) em março de 2007.

A do Campo Comprido foi removida, as da Santa Quitéria (que são vizinhas e formam uma favela só, chamada Portelinha, que se somou a uma invasão que já havia no local) estão lá até hoje. Essa do Campo Comprido é de 2007. Não confunda com a que ocorreu na Rua João Dembinski, perto da Vila Sandra, no ano seguinte, pois ali é Cidade Industrial, e não Campo Comprido ou Fazendinha como a mídia reportou imbecilmente.

Enfim, eu fui em todas essas e em muitas outras. Por isso posso contar a diferença entre as abordagens adotadas pelos invasores. 

Não por acaso a favela Território Nacional já completou nove [agora onze] meses sem ser retirada. Porque aqui eles fizeram uma invasão pra ficar. Em 3 casos nas eleições de 2008 e 10 não era esse o propósito.As invasões da CIC e a do Contorno Norte (em Colombo, Zona Norte metropolitana), ambas em 2008, e a de Piraquara ano passado, visavam não dar moradia a pessoas sem-teto mas sim eleger alguns políticos.

Na Zona Oeste (CIC) a invasão foi no terreno de Marcelo Almeida, filho do lendário empreiteiro Cecílio do Rego Almeida. Marcelo era candidato a vereador e contava com os votos dos invasores pra se eleger. Em Colombo a cabeça do esquema era Bete Pavin, ex-prefeita, que tentava voltar ao cargo. Ambas as iniciativas soçobraram, nem Bete nem Marcelo tiveram sucesso na urnas, e as famílias que ocupavam as áreas foram expulsas dali pela polícia. Como eu disse, essas invasões visavam qualquer coisa exceto assentar sem-tetos.

Estive 3 vezes na invasão da CIC. O comércio de lotes estava descarado, comentava-se abertamente. No pico o local abrigou perto de mil e quinhentas casas – a área é muito grande, dobraria a Vila Sandra de tamanho se tivesse ficado, e a Vila Sandra não é uma favela pequena. Porém eram muitos mas poucos que precisavam de verdade. Apenas cerca de 300 famílias eram carentes e precisavam daquilo pra tentar fugir do aluguel, o resto eram aproveitadores.

Ouvi o motorista de ônibus da linha Augusta, que passa perto dali, falando que comprou 3 lotes. Dois ele já havia vendido, e feito um bom lucro, e o outro ele iria esperar pra ver se valorizava mais. Outra mulher, que já tinha casa própria, dizia que invadiu pra ver se conseguia mais um terreno, “pra mãe dela” em sua versão. Porém nem ela nem a mãe pagavam aluguel pois moravam ambas em um outro lote que já havia sido legalizado pela Cohab. Resumindo, havia muitos gananciosos e poucos necessitados na invasão que ocorreu na CIC.

Os que necessitavam mesmo foram usados como massa de manobra. Creio que se Marcelo Almeida tivesse sido eleito não teria havido desocupação. Claro que ele não trocaria o terreno pela vaga na Câmara Municipal. Seria indenizado pelo poder público, ou seja tentou ser eleito e ainda vender a área ao poder público por uma valor provavelmente acima do valor de mercado. Vi com meus próprios olhos cartazes pedindo voto a ele no meio da ocupação irregular. Na ocasião da desocupação, alguns moradores protestavam com um cartaz que dizia “primeiro pedem nosso voto, depois derrubam nossa casa”, o que é um forte indício que Marcelo Almeida prometeu a legalização da área se fosse vitorioso nas urnas.

O fato é que não deu certo. Marcelo perdeu e a invasão foi desmantelada. Era muito grande, num lugar muito visível, com políticos pedindo votos abertamente, além do comércio de lotes sendo anunciado aos quatro cantos. Se quer que uma invasão permaneça tem que ser o contrário, ela deve atrair a menor atenção possível da mídia e sociedade civil em geral. Tem que ser pequena, em um lugar afastado das vias de grande circulação.

Essas 3 que citei acima contrariavam todas essas regras. Foram muito grandes, e sempre em vias principais, a da CIC na João Dembinski, a de Colombo no Contorno Norte e a de Piraquara na Rodovia João Leopoldo Jacomel (antiga Estrada do Encanamento), a via principal de acesso ao município. Somado ao comércio descarado que ocorreu no caso da CIC, pelo menos, a permanência ficou inviável.

Na Caximba foi feito corretamente, seguindo essa lógica. É o mais afastado possível da visão de qualquer pessoa. Na beira do rio em área não urbanizada, no fim de uma rua sem saída. O mais distante do Centro possível também. Quem vê a invasão são só os moradores da invasão vizinha, a 1º de Setembro. Também estão lá apenas pessoas que precisam de verdade. Claro, devem haver alguns atravessadores. Mas são minoria. A maioria é carente de fato. Quem não tem outro lugar pra ir se agarra com unhas e dentes a essa oportunidade. Os atravessadores, ao contrário, fogem como ratos de um navio se o caldo engrossa.

Já disse que vou a todas as invasões quando surgem. Pelo número de carros que há nas imediações dá pra ter uma noção se são pessoas pobres mesmo ou malandros. Nas duas grandes invasões da Zona Oeste (tanto a do Campo Comprido-07 quanto da CIC-08) a quantia de carros era imensa, mostrando que não eram sem-teto mas oportunistas, em boa medida. Já em Piraquara e na Caximba havia bem menos carros, indicativo sólido que há menos especulação. A de Piraquara não permaneceu por estar muito visível, pelo tamanho e localização.

O Território Nacional ainda resiste.
…............

Enfim, a invasão da Caximba, enquanto permanecer, quebra uma tendência recente. A última invasão que houve no município de Curitiba que não foi retirada foi exatamente as três que formaram a favela Portelinha, na divisa entre Santa Quitéria e Portão (duas na Santa Quitéria e uma no Portão, pra ser mais exato, embora as 3 sejam contíguas), em março de 2007. De lá pra cá não houve novas invasões que tenham vingado. A do Campo Comprido também em março de 2007 e a da CIC em 2008 não permaneceram.

Em outros locais não houve invasões de áreas novas. Eu ando a cidade inteira. Todos os bairros, Zona Sul, Oeste, Central, Leste e Norte, todo o tempo. Nunca passa um ano sem que eu vá às entranhas de todos e de cada um dos 75 bairros dessa cidade que é minha paixão e razão de viver. Não importa quão distante seja, imagine um lugar que fique no município de Curitiba, eu estive lá nos últimos 12 meses, em alguns casos dezenas de vezes, especialmente se for aqui na Zona Sul. Por isso lhes asseguro que não houve invasões entre abril de 2007 e setembro de 2010, excetuando a da CIC, que não se firmou.

Claro, as favelas que já existem estão sendo ampliadas. Posso, entre outras, citar o caso de 3 favelas que aumentaram: Santos Andrade (Campo Comprido, Zona Oeste), Vila Rurbana (Campo de Santana, Zona Sul: o nome quer dizer que é meio rural e meio urbana – não é brincadeira) e Vila Nova (Alto Boqueirão, Zona Sul). Mas nos 3 casos são favelas antigas, bem estabelecidas, que aumentaram sua área. Invasão de novas áreas não havia ocorrido. Isso no município de Curitiba.

Na Região Metropolitana a situação é distinta, houve algumas invasões no período. Dou como exemplo a favela do Arvoredo, Araucária (Zona Sul metropolitana), que dobrou de tamanho – e já não era pequena antes. No Habitar Brasil, em Contenda, também houve enorme ocupação do bosque. Acompanhei tudo, é claro, em Contenda com detalhes [...], assim vi a invasão nascer e ficar maior a cada mês.

Mas esses dois casos, embora sejam Grande Curitiba, pertencem a outros municípios. No município de Curitiba, digo de novo, foram 3 anos e 7 meses sem surgir nova invasão que tenha dado certo. Relatei a muitas pessoas que as invasões haviam cessado, e até outubro do ano [2010] passado essa era a verdade. Porém essa verdade foi engolfada por uma verdade maior: a de que


Conforme eu já havia apontado.

Que Deus ilumine a toda humanidade.

“Deus proverá”

6 comentários:

  1. Anônimo6/12/11

    Comercio de lotes,pura verdade,em uma aréa do instituto das aguas do parana,e ainda tem um aterro de entulho de restos de construçoes ao lado ,coisa grande, adimiro a prefeitura de curitiba não fazer nada ,parece que la não tem lei para nada,kkkk ,tem sim para cobrar iptu,para um bairro abandonado.

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  2. Anônimo26/1/12

    Isto tudo e comercio de lotes,a maioria ja tem onde morar ,tem carros bons,isto tudo e a falta de competencia da prefeitura,dia 26/01/2012 começaram a invadir outra aréa do lado da que ja esta invadida,ha cavas de areia bem proximas dos barracos um perigo para as crianças ,sera que oministerio publico não vai tomar alguma providencia.

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  3. Anônimo22/6/12

    com-cordo com o q vc disse ...tem muita gente que não precisa ,e o resto como q fica em ...

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  4. Anônimo27/1/13

    o Sr. não esta bem informado a vila 1 de setembro não foi uma invasão todos os lotes ali foram comprados e pagos,(este também é o fato de que a prefeitura não providenciou nenhuma infra-estrutura) o problema foi o dono da areá que era um estelionatário e ludibriou as família que ali residem.Pode até ter aparência de favela mas foram comprados é só você consultar.

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  5. a invasão da caximba não para de crescer, tanto é que estão invadindo ja´terras secas particulares, e a maioria dos invasores são aproveitadores que querem lucrar com vendas de lotes e a criminalidade aumentando no local.

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  6. a invasão no caximba não para de aumentar e já estão tentando passar para os terrenos particulares com os proprietarios sozinhos tentando defende-los, a maioria dos invasores são aproveitadores tentando lucrar com vendas de lotes e a criminalidade e trafico no local vem aumentando assustadoramente.

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