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13 de set de 2011

Uma grande série sobre Curitiba 5

População 2000 e 2007
Por: Coré-Etuba M. da Luz


Boa tarde.


Nesse email, não escreverei nada. Apenas o envio pra lhes fornecer em anexo a tabela com a população de todos os bairros, no censo de 2000 e na projeção de 2007. É nesses números que baseio todas as minhas análises sobre a cidade. Há também a taxa de crescimento absoluta e proporcional de cada bairro. Depois vou lhes mandar diversos mapas mostrando o que esse dados representam. Como já lhes falei anteriormente, há um erro em relação ao bairro Campo de Santana, Zona Sul, que em 2007 tinha perto de 40 mil habitantes, e não 8 mil como está escrito.


Aproveito pra mandar mais 2 fotos.
Uma foi tirada no Jardim Botânico, no bairro de mesmo nome (Zona Leste), mas os prédios que aparecem ao fundo estão localizados no bairro do Cristo Rei.
A outra é uma lembrança de quando os ônibus metropolitanos em Curitiba tinham pintura livre. Cada empresa podia pintar seus veículos como achasse melhor, e podia inclusive escolher se o embarque seria pela frente ou por trás. Nos ônibus da Viação Colombo, que passavam perto do bairro em que fui criado, em Santa Cândida (Zona Norte), por exemplo, entrava-se pela traseira, isso muitos anos depois dos municipais de Curitiba terem adotado a padronização pela porta dianteira.


Essa situação perdurou até o início dos anos 90, quando Requião, em seu primeiro mandato como governador (1991-1994) padronizou a entrada pela frente e adotou também nos ônibus metropolitanos uma pintura que já era usada pelos municipais de Curitiba, ou seja, em apenas uma cor.


O veículo da foto, um Torino, pertenceu a Auto Viação São José dos Pinhais. No letreiro está escrito “L-36 São José dos Pinhais via Av. das Torres”. A linha continuou se chamando assim mesmo depois da padronização da pintura, que no caso da Viação São José adotou a cor vermelha. Mas já nos anos 2000, houve nova padronização, dessa vez no modo de nomear as linhas, e então essa é a atual “Ctba/São José”.



Eu presenciei a época em que os ônibus metropolitanos eram pintura livre. Era a alegria dos busólogos ir ao terminal Guadalupe (então ainda muito conhecido por “Rodoviária Velha”) e ficar observando a diversidade de cores existentes. Os mais novos já pegaram essa nova fase, em que tudo é igual. Não quero defender um lado ou outro, apenas relembrar pra quem viu e informar pra quem não viu como era o sistema anterior.

Paz a todos.
“Deus proverá”

Jardim Botânico-Cristo Rei Zona Leste




Ônibus São José dos Pinhais anos 80

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